TUPINAMBÁ E SEUS TUREBAS É UMA BANDA BRASILEIRA

Formada em 1996 em Osasco/SP. Destacada por suas letras de forte caráter social em uma mescla de rock, funk e rap. Formada por músicos osasquenses que iniciaram em 1992 na banda de Funk Soul “Certos Prazeres” que acompanhava o cantor Max Fairbanks. Seu maior feito foi no Festvalda de bandas de 1997, onde ganhou em meio a 1120 composições, o 1o lugar com a música Marginal na categoria inédita/autoral. Divulgou a canção vencedora na Radio 89 Rock e seu video clip nos programas da MTV Brasil entre 1997 e 1998. 

A Tupinambá e seus Turebas passou de 1998 a 2001, pelo período das principais composições sempre retratando temas polêmicos e sociais que até hoje fazem parte da realidade brasileira. Retornou aos palcos do Sesc Osasco em 2017 e por ironia do destino durante a Pandemia do Corona Vírus em 2020, resolveu retomar os trabalhos e novas composições, que retratam o isolamento e o refúgio dentro das próprias casas, para apresentação no edital da prefeitura de Osasco, gravou seu show Live “Da quarentena ao Ressurgimento” e tem como objetivo lançar as antigas e novas composições até outubro/2020 no seu 1o album “Esclareça ao Tal” em todas as plataformas digitais.

Marcelo Américo Tupinambá

Músico, vocalista e compositor.

Por influência materna, paterna, e de seus irmãos mais velhos, sua paixão pela música iniciou aos 5 anos de idade, quando ouvia nos bailes organizados pelos seus irmãos o dance e soul music do final dos anos 70.

Aos 7 anos começou a se apresentar nos festivais de música do colégio em duas ou três vozes com seus colegas do primário.

Aos 10 anos iniciou seus estudos de violão, percusão e voz  no Conservatório Musical Santa Rosello em Osasco/SP e pirou com os albuns Cosmo’s Factory do CCR e Emotional Rescue dos Rolling Stones. Como referência nacional, o rock progressivo do 14 Bis, do folk de Sá e Guarabira e do Rock Brazuca do Made in Brazil, foram importantes para sua base.

Dos 11 aos 15 anos, ouviu muita MPB , música folk regional brasileira e o rock dos anos 80 das bandas brasileiras, entre elas a que mais se identificava com suas raízes o “Barão Vermelho”.

Em 1991, já com 20 anos, a convite de seu amigo de trabalho, Serginho Silva, entra na sua 1a banda, a Certos Prazeres, como sub e se tornando vocalista oficial no ano seguinte.

Em 1993, participou da 2a edição do FestValda com a banda Certos Prazeres (categoria inédita), chegando entre as 4 primeiras bandas.

De 1994 a 1996, estudou música erudita e atuou como tenor nos corais Villa Lobos e Arco-Íris de Osasco, regido pela importante Maestrina Ligia Amadio, vencendo o prêmio mapa cultural do Estado de SP em 1995 com o coral Arco-Íris.

Em 1996 em parceria com Saul Oliveira, Vini Oliveira e Gerson Nardi criam a banda Tupinambá e seus Turebas (autoral) para participar da 5a edição do FestValda.

Em 1997, a Tupinambá e seus Turebas, com a influência internacional de Jamiroquai, Living Color, Red Hot Chily Peppers  e influências nacionais de Jorge Bem, Ed Mota, Banda Bel, Jota Quest e o Rappa, vencem a 6a edição do FestValda com a música Marginal (autoral) entre 1120 inscritos. A vitória no festival possibilitou apresentações em programas da MTV Brasil, rádio 89 Rock e shows pelo estado de SP.

De 1998 a 2001, em parceria com seu irmão Wagner Oliveira, e dos integrantes da Tupinambá Saul Oliveira, Vini Oliveira e Paulinho Valério (Ex-Tupinambá) compôs várias músicas principalmente com temas sociais e que ainda fazem parte do repertório atemporal da Tupinambá e seus Turebas.

De 2000 a 2019, se dedicou ao trabalho tributo ao CCR em diversas formações.

Em 2020, retomam os trabalhos com a Tupinanbá e seus Turebas e novas composições.

Formação:
– Autodidata;
– Conservatório Musical Santa Rosello – Osasco/SP;
– Conservatório Musical Villa Lobos – Osasco/SP;

Bandas (como integrante e em gravações):
 – Certos Prazeres (Funk Rock);
 – Suborno oficial até 2a ordem (Pop Rock);
 – Travelling Band ((Tributo ao Creedence Clearwater Revival);
 – Creedence Cosmo’s Factory (Tributo ao Creedence Clearwater Revival);
 – Bayou Rock’s (Tributo ao Creedence Clearwater Revival);

Bandas atuais (como integrante e em gravações):
 – Tupinambá e seus Turebas (Banda autoral – Funk Rock e Rap Rock)
 – Creedence on the Road (Tributo ao Creedence Clearwater Revival);
 – Fortunate Band (Tributo ao Creedence Clearwater Revival);

Gerson Nardi

Músico, guitarrista.

Guitarrista autodidata desde os 20 anos com influência das principais bandas de pop rock dos anos 80 e 90.

Em 1996 em parceria com Marcelo Américo, Vini Oliveira e Saul Oliveira criam a banda Tupinambá e seus Turebas (autoral) para participar da 5a edição do FestValda.

Em 1997 foi vencedor do Fest Valda com a música Marginal (autoral) entre 1120 inscritos, a vitória no festival possibilitou apresentações em programas da MTV Brasil, rádio 89 Rock e shows pelo estado de SP.

Em 2020, retomam os trabalhos com a Tupinanbá e seus Turebas e novas composições.

Formação:
– Autodidata;

Bandas e artistas (como integrante e em gravações):
 – Suborno oficial até 2a ordem (Pop Rock);
 – Banda Seu Madruga (Pop Rock);
 – Creedence Cosmo’s Factory (Tributo ao Creedence Clearwater Revival);
 – Raul Lado B (Raul Seixas Cover); 
 – Adeus Michelle (Pop Rock); 

Bandas atuais:
 – Tupinambá e seus Turebas (Banda autoral – Funk Rock e Rap Rock)
 – Creedence on the Road (Tributo ao Creedence Clearwater Revival);

Saul Oliveira

Músico, baterista, vocalista, compositor e produtor de shows.

Iniciou na música em festivais regionais em Osasco, meados de 1983 (1° lugar) interpretando “Faltando um Pedaço”  de Djavan na eliminatória, e na final “Planeta Água” de Guilherme Arantes.

Em 1985, na sua primeira banda em trio, tocando Rock Nacional, era vocalista e violonista.

A voz que emocionava, aguda e potente mudou na adolescência e obrigou a mudar de instrumento, autodidata, começou a tocar bateria.

Muitos prêmios em festivais de músicas sacras, incluindo participação nos discos do Sacra som.

Em 1993, participou da 2a edição do FestValda com a banda Certos Prazeres (categoria inédita), chegando entre as 4 primeiras bandas.

Em 1996 em parceria com Marcelo Américo, Vini Oliveira e Gerson Nardi criam a banda Tupinambá e seus Turebas (autoral) para participar da 5a edição do FestValda.

Em 1997 foi vencedor do Fest Valda com a música Marginal (autoral) entre 1120 inscritos, a vitória no festival possibilitou apresentações em programas da MTV Brasil, rádio 89 Rock e shows pelo estado de SP.

Em 2020, retomam os trabalhos com a Tupinanbá e seus Turebas e novas composições.

Formação:
– Autodidata;

Bandas e artistas (como integrante e em gravações):
 – Flávio Reis e Fabiano (Sertanejo);
 – Suborno oficial até 2a ordem (Pop Rock);
 – Moa Ruchaud (Pop rock e Funk);
 – Max Fairbanks e banda Certos Prazeres (Reegae e Funk) ;
 – Banda Seu Madruga (Pop Rock);
 – Creedence Cosmo’s Factory (Tributo ao Creedence Clearwater Revival);
 – Raul Lado B (Raul Seixas Cover); 
–  Banda Tio Américo ( funk anos 70);
–  Banda Do Santo (Black music);
–  Banda Euphúria (participou dos programas Kiss Club e banda semi finalista no  Fun Music).

Bandas atuais (como integrante e em gravações): 
– Adeus Michelle (Pop Rock);
 – Tupinambá e seus Turebas (Banda autoral – Funk Rock e Rap Rock)
 – Creedence on the Road (Tributo ao Creedence Clearwater Revival);

Na pandemia foi precursor de um novo projeto #musicanocondominio vivendo nesta época de Contribuições Voluntárias durante a Quarentena.

Vini Oliveira

Músico, Contra-baixista e compositor.

Por influência paterna, iniciou sua paixão pela música aos 7 anos de idade, os primeiros acordes aprendeu com seu pai “Mestre Saul”.

Aos 11 anos se interessou pelo contra-baixo, diferentemente de muitas crianças que se apaixonavam pelas guitarras estridentes da época.

Os slaps fizeram a cabeça do ainda garoto Vinícius Ferreira, principalmente pela influência dos graves dos brasileiros Luis Fernando Oliveira da Silva (Nando – Banda Roupa Nova) e logo em seguida, como um passe de mágica , o americano Stanley Clarke e seu álbum Time Exposure, enfeitiçou mais ainda o garoto.

Iniciou sua carreira musical aos 14 anos tocando em duplas sertanejas convidado pelo seu irmão baterista Saul Oliveira.

Em 1996 em parceria com Saul Oliveira, Marcelo Américo e Gerson Nardi criam a banda Tupinambá e seus Turebas (autoral) para participar da 5a edição do FestValda.

Em 1997 foi vencedor do Fest Valda com a música Marginal (autoral) entre 1120 inscritos, a vitória no festival possibilitou apresentações em programas da MTV Brasil, rádio 89 Rock e shows pelo estado de SP.

Em 2020, retomam os trabalhos com a Tupinanbá e seus Turebas e novas composições.

Formação:
– Autodidata;
– Video aulas, Celso Pixinga e Victor Wooten;
– Aulas particulares, Celso Pixinga e Claudio Machado;
– Aulas on-line com Ricardinho Paraiso e Junior Braguinha

Bandas e artistas (como integrante e em gravações):
 – Flávio Reis e Fabiano (Sertanejo);
 – Suborno oficial até 2a ordem (Pop Rock);
 – Moa Ruchaud (Pop rock e Funk);
 – Max Fairbanks e banda Certos Prazeres (Reegae e Funk) ;
 – Banda Seu Madruga (Pop Rock);
 – Raul Lado B (Raul Seixas Cover); 

Bandas atuais (como integrante e em gravações):
 – Adeus Michelle (Pop Rock);
 – Tupinambá e seus Turebas (Banda autoral – Funk Rock e Rap Rock)
 – Creedence on the Road (Tributo ao Creedence Clearwater Revival);